Museus
Catetinho, BR 40, KM 0, Saída Sul, CEP 72401-970, telefone: (61) 3338 8807 e 3338 8694. Visitação diária das 9h às 17h. O Catetinho foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer a ser erguido no Distrito Federal. Sua construção foi erguida por generosidade dos amigos, que se juntaram para dar ao presidente JK um lugar para despachar quando estivesse em Brasília, num encontro considerado histórico no Hotel Ambassador, do Rio. O nome é uma referência ao antigo palácio presidencial no Rio, o Palácio do Catete. A obra do Palácio de Tábuas, como ficou conhecido, foi executada em dez dias e inaugurada em 10 de outubro de 1956, incluindo no programa uma serenata a pedido do próprio JK. O Catetinho abrigou diretores e engenheiros da Novacap e também personalidades que visitavam a cidade ainda nos primórdios da construção, como o então presidente de Portugal, Craveiro Lopes. Em torno do Catetinho, cujo nome foi sugerido pelo violonista e compositor Dilermando Reis, funcionava um núcleo de apoio, com serviços de radiofonia e radiotelegrafia, além do campo de pouso. No acervo do Catetinho, estão os móveis, objetos pessoais e de trabalho de JK, além do espaço ambiental, que conserva um olho d’água e um bosque inspirador. A estátua do próprio Juscelino foi esculpida por José Pedrosa (o mesmo que esculpiu a cabeça de JK no Museu da Cidade e inaugurada em 21 de abril de 1960). Foi tombado pelo Patrimônio Histórico em 21 de julho de 1959. Na década de 80, dá-se uma reforma completa, com apoio da Fundação Roberto Marinho. Para o jornal Gazeta Mercantil, em matéria de julho de 2001, “o trabalho de restauração, revitalização e museografia no Catetinho foi exemplar. Os ambientes estão montados como se tivessem acabado de ser usados, e os amplos painéis fotográficos e de texto contextualizam os acontecimentos do período…Pequeno e distante do Plano Piloto, vale a pena conhecê-lo. Mesmo que o visitante saia de lá com saudades de um um futuro que, afinal, ainda não chegou”. Vinculado à Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico (DePHA).
Centro Cultural Três Poderes: Espaço Lucio Costa, Museu da Cidade, Panteão da Pátria, Praça dos Três Poderes, CEP: 70100-000, telefone: (61) 3325 6244. Visitação de terça a domingo (inclusive feriados), das 9h às 18h. Vinculado à Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico (DePHA).
Museu da Cidade foi o primeiro museu de Brasília, inaugurado na mesma data de fundação da cidade, sendo portanto um marco comemorativo. Projetado por Oscar Niemeyer, exibe gravados em suas paredes textos sobre a história da transferência da Capital, transcritos também em Braille.
Espaço Lucio Costa, uma homenagem de Niemeyer ao urbanista criador de Brasília, foi inaugurado em 1992. É subterrânea e abriga uma maquete gigante, de 170m² e outra, tátil, para deficientes visuais. Para um visitante apressado, talvez seja a melhor maneira de visualizar toda a cidade, debruçando-se sobre a maquete detalhada de Brasília; mas há também a possibilidade de subir à Torre de TV.
O Panteão da Pátria homenageia Tancredo Neves, levando o nome do político mineiro, e foi edificado para homenagear os heróis da Pátria. No Guia de Arte e Urbanismo, é definido como “tendo a forma de um prisma piramidal invertido, praticamente sem aberturas, com forte característica escultórica”. Possui obras de João Câmara (o painel pictórico da Inconfidência), o relevo inteiramente vermelho de Athos Bulcão (Mural da Liberdade) e grande vitral e esculturas de Marianne Peretti. O Panteão também guarda um Livro dos Heróis, distinguindo Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Marechal Deodoro da Fonseca e Dom Pedro I. O prédio foi inaugurado em 1986.
Ecomuseu do Cerrado, A proposta nasceu dentro da coordenadoria de museus da Secretaria de Cultura por volta de 1989. Em 1997, o Ecomuseu surgiu, através do Instituto Huah do Planalto Central, agregando educadores, ecologistas e organizações governamentais e não governamentais. Sete municípios do Entorno do DF integram o Ecomuseu, conceito surgido dentro do planejamento biorregional: são os territórios dos municípios de Abadiânia, Águas Lindas, Alexânia, Corumbá de Goiás, Cocalzinho (onde será construída uma sede projetada por Hugues de Varinne), Pirenópolis, Santo Antônio do Descoberto. Mais que um museu ao ar livre, a proposta é desenvolver linhas de ação em espaços rurais e urbanos, de predomínio do bioma Cerrado, contemplado num vasto programa nas áreas de educação, ecologia, cultura e economia auto-sustentável.
Espaço Cultural do Incra, Setor Bancário Norte, edifício Palácio do Desenvolvimento, térreo, CEP: 70057-900, telefone: (61) 3411 7676. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Espaço Memória CEB, W2 Sul, quadra 503, bloco B, loja 13, subsolo, CEP: 70311-520, telefone: (61) 3325 2475. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Espaço Oscar Niemeyer, Praça dos Três Poderes, lote J, CEP 70070-010, telefone: (61) 3224 9763. Visitação de terça a domingo, das 10h às 17h. O projeto é do próprio Niemeyer. Linhas simples, formato circular, o Espaço tem uma exposição permanente de painéis com fotos das obras do arquiteto, tanto as de Brasília quanto as espalhadas pelo mundo.
Instituto Histórico e Geográfico do DF, avenida W5 Sul, SEPS 703/903 lote C, CEP: 70390-039, telefone: (61) 3226 7753. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Museu do Automóvel de Brasília, SGON Quadra 1 Lotes 180/200, Brasília, telefone: (61) 3225 3000. Visitação de terça a sexta das 10h às 18h, sábados e domingos das 10h às 18h. São 40 automóveis nacionais, todos impecavelmente conservados ou restaurados.
Museu Etnográfico e Antrophos do Brasil, SGAN 609, módulo D, telefone: (61) 3272 1916 e 3273 4458. Visitação de segunda a sábado das 9h às 18h. Dispõe de pequeno acervo destinado a estudos de etnologia e linguística. Possui peças arqueológicas e pré-históricas indígenas, raras e antigas.
Memorial JK, Eixo Monumental Oeste, Praça do Cruzeiro, s/nº, CEP: 70002-900, telefone: (61) 3321 6778. Visitação de terça a domingo, das 9h às 18h. Mais uma obra surpreendente de Oscar Niemeyer, o Memorial tem forma de pirâmide (são cinco mil metros quadrados), sobre espelhos d’água. A obra foi inaugurada em 1981. Em seu interior, encontra-se a Sala das Metas, a Biblioteca JK, com mais de três mil volumes, uma sala de pesquisas, auditório para debates e seminários, exposições de fotos e a câmara mortuária no salão circular, onde encontram-se os restos mortais do ex-presidente. Na área externa, vê-se na saída o carro de Juscelino e, ao lado da pirâmide, uma torre de 20m, desenhada por Niemeyer, contendo a estátua de JK, em bronze, esculpida por Honório Peçanha, medindo quatro metros e meio.
Memorial dos Povos Indígenas, Eixo Monumental Oeste, CEP: 70075-900, telefone: (61) 3226 5206. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h, sábados e domingos, das 10h às 17h. Vinculado à Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico (DePHA). No edifício, que lembra uma oca Yanomami, encontra-se rica coleção doada pelos antropólogos Darcy Ribeiro e Berta Ribeiro. Concluído em 1987, foram precisos oito anos até que se reconhecesse que o Memorial se destinava a apresentar, no coração da Nação, a arte e a cultura de tantas nações indígenas que sobrevivem. Inaugurado oficialmente em 19 de abril de 1995.
Museu da Academia da Polícia Federal, estrada Parque do Contorno, km 2, Sobradinho, telefone: (61) 3315 3885. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h. Criado com o objetivo de preservar a memória da corporação, conservando para fins didáticos instrumentos usados na prática e na prevenção de crimes.
Museu das Armas, Área Especial, Academia de Polícia Civil, Centro Administrativo de Taguatinga, telefone: (61) 3373 1321. Inaugurado em 1990, conta com um acervo de 2.300 armas. Algumas delas, de grande valor, como as pertencentes ao Marechal Duque de Caxias, a Getúlio Vargas e a Dom Pedro II. Há réplicas de armas usadas na Europa do século XV.
Museu de Arte de Brasília, MAB, Setor de Hotéis de Turismo Norte, pólo 3, lote 5, próximo à Concha Acústica, CEP: 70800-100, telefone: (61) 3325 6242. Visitação de terça a domingo, das 10h às 17h. Acervo de arte moderna e contemporânea brasileira, com obras de Athos Bulcão, Leonilson, Lêda Watson, Francisco Galeno, Rubem Valentim e outros. Vinculado à Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico (DePHA). Foi criado em 1985, com a finalidade de divulgar e preservar a produção de arte contemporânea brasileira. Ao longo dos anos, foram realizados alguns salões de arte com premiação e destacam-se no acervo, obras de Rubem Valentim, Athos Bulcão, Tunga.
Museu de Anatomia, Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Área de Morfologia, sala BC302, Campus Universitário Darcy Ribeiro, telefone: (61) 3307 2263. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 14h.
Museu de Arte e Tradições do Nordeste da Casa do Ceará, SGAN, quadra 910, conj. F, CEP: 70790-100, telefone: (61) 3272 3833. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Figuras do folclore nordestino, objetos da cultura cearense, trajes de vaqueiros e telas do mais famoso pintor naif do Ceará, Chico da Silva.
Museu da Caixa Econômica Federal, SBS, quadra 4, lotes 3 e 4, SBS, quadra 4, integra o Conjunto Cultural da Caixa. Visitação de terça a domingo, das 9h às 18h. Documentos interessantes da economia brasileira, desde a época do Império, com mais de dez mil peças e documentos que registram a história da própria instituição desde o século passado. Na pinacoteca, obras de Glauco Rodrigues, Di Cavalcanti e Djanira, entre outros.
Museu da Câmara dos Deputados, Praça dos Três Poderes, Câmara dos Deputados, Congresso Nacional, telefone: (61) 3318 6796. Visitação de segunda a sexta, das 10h às 17h, sábados, domingos e feriados das 9h às 14h. Cerca de 400 peças, com móveis do Palácio Tiradentes, no Rio, e uma máquina de escrever de 1890.
Museu do Cerrado, Fundação Casa do Cerrado, SAIN, Parque Rural s/n, CEP: 70620-000, telefone: (61) 3274-9608. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 16h. Abrange sete municípios do estado de Goiás a oeste do Distrito Federal, sobre a bacia do alto rio Corumbá. Esta biorregião cobre, aproximadamente, 500 mil hectares, com uma população de 240 mil habitantes. O conceito de EcoMuseu pressupõe a existência de um território com o patrimônio natural bem conservado, belezas cênicas, cachoeiras, rios e florestas para serem visitados e apreciados pelas comunidades locais e visitantes. O projeto é uma iniciativa pioneira de gestão biorregional bem-sucedida, coordenado e financiado pelo IBAMA/Decoe, em cooperação técnica com o Instituto Huah do Planalto Central. Participam da implementação a UFG, a UnB, o Governo de Goiás, as Prefeituras Municipais, as ONGs e comunidades.
Museu Brasileiro de Contabilidade, Conselho Federal de Contabilidade, SAS, quadra 5, lote 3, bloco J, 9º andar, CEP: 70070-000, telefone: (61) 3314 9600. Visitação de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30. O acervo está dividido em, a história da contabilidade através do tempo, a história da contabilidade do Brasil e atuação do Conselho Federal de Contabilidade. Tem ainda galerias dos ex-presidentes do Fundação do Conselho Federal de Contabilidade, com livros, fotos e pequenos objetos.
Museu dos Correios, SCS – Setor Comercial Sul, Qd. 4, Bl. A, nº 256, Ed. Apolo, Brasília, telefone: (61) 3213 5000. Inaugurado em 15 de janeiro de 1980, o Museu Postal e Telegráfico da ECT participou ativamente do Roteiro Cultural e Turístico de Brasília durante vinte anos, até a sua desativação em 2001. Hoje em fase de requalificação. A sua sede foi totalmente reformada e dotada de modernos sistemas de iluminação, segurança contra roubo e incêndio e controle de temperatura e umidade independentes, entre reserva técnica e andares expositivos. Seu acervo, com cerca de um milhão de peças abrangendo os temas História Postal, História Telegráfica e Filatelia, está sendo totalmente restaurado e em breve será exposto seguindo um moderno conceito museológico. O Museu Nacional dos Correios contará com cineteatro, cafeteria, loja de produtos/souvenir, um terraço panorâmico para eventos culturais, além de um laboratório de restauro de acervos textuais e tridimensionais e um campus avançado da memória da tecnologia postal e telegráfica, ambos localizados na Universidade Correios.
Museu das Drogas, Academia de Polícia Civil do DF, Praça da Estrela, Centro Administrativo de Taguatinga, lote 1, CEP: 72157-900, telefone: (61) 3373 1321. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Inaugurado em 1990, o museu se destina a orientar e prevenir sobre as causas, efeitos e consequências das drogas, com uma amostragem de drogas feita por instrutores capacitados para orientação dos visitantes. Há ainda exibição de filmes. Em 2001 foi criado o Museu Itinerante Antidrogas, que passou a integrar a estrutura do Centro Piloto de Educação e Prevenção ao Uso de Drogas da Academia de Polícia Civil do Distrito Federal, concebido na forma de Unidade Móvel, destinada à visitação pública terá em exposição amostras que possibilitem ao cidadão identificar as várias espécies de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica, utensílios e equipamentos utilizados para seu preparo e uso, além de objetos destinados à propaganda e apologia de seu consumo o público alvo é a população em geral, com ênfase especial aos pais, educadores, estudantes, crianças e adolescentes.
Museu da FUNASA, Edifício da Fiocruz, SEPN, quadra 510, bloco A, térreo, CEP: 70750-515, telefone: (61) 3273 7840, visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h. Criado em 1984, conta com um acervo aproximado de 500 peças contando a história das pesquisas e técnicas usadas no combate às grandes endemias no Brasil. O museu está organizado por áreas temáticas, de acordo com sua coleção mais representativa: febre amarela, malária, dengue, tracoma, bócio, esquistossomose, doença de Chagas, peste, zoonoses e animais peçonhentos, imunização, saneamento e saúde indígena.
Museu de Geociências, Universidade de Brasília, Instituto Central de Ciências, entrada sul do Campus Universitário da UnB, CEP: 70910-900, telefone: (61) 3307 2434. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O Museu ocupa atualmente uma área de 190m² no térreo e centro (Sala AT-379) do prédio do Instituto Central de Ciências (ICC). Seu acervo, que conta com cerca de 1000 amostras procedentes de diversos pontos do Brasil e do exterior, foi adquirido ao longo da existência do Curso de Geologia. A maioria corresponde a amostras colhidas durante trabalhos de campo, realizados por professores e estudantes do curso de Geologia. Doações de empresas de mineração, garimpeiros, colecionadores e ex-alunos também contribuíram e contribuem para a ampliação das coleções. Minerais, rochas, fósseis, gemas e meteoritos são expostos à visitação pública e estudo dos interessados. Pelo valor econômico e utilidade que muitas espécies possuem, ou pelo significado na interpretação de fenômenos geológicos que ocorreram em nosso planeta, as amostras representam um atrativo para estudantes, pesquisadores e para comunidade em geral. Fósseis e algas marinhas, encontradas no Distrito Federal, exposição de rochas, minerais, um fragmento da rocha mais antiga encontrada no mundo, com 3.900 milhões de anos, no Canadá, além de um meteorito de 279 Kg.
Museu Histórico da OAB, Ordem dos Advogados do Brasil, SAS, quadra 5, lote 2, bloco N, edifício OAB, térreo, CEP 70070-939, telefone: (61) 3316 9010, 3316 9044. Visitação de segunda a sexta, de 9h às 12h e de 14h às 18h.
Museu Histórico e Artístico de Brazlândia, Rua do Lago, Espelho D’Água, CEP: 72000-700, telefone: (61) 3479 4774. Visitação de segunda a sexta, de 8h às 12h e das 14h às 18h.
Museu Histórico e Artístico de Planaltina, Praça Salviano Guimarães, 24, Setor Tradicional, CEP: 73330-720, telefone: (61) 3389 2243 ramal 140. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Foi fundado em 22 de abril de 1974. A casa pertenceu à família Guimarães, pioneira na cidade e na região, tendo sido sede de uma fazenda por volta de 1810. Tombada pelo Patrimônio Histórico, em 1982, a casa conserva o mobiliário original. O jardim se transformou em espaço para exposições, manifestações culturais e comemorações.
Museu Histórico do Corpo de Bombeiros, SAI trecho 4, lote 1250, CEP: 71208-900, telefone: (61) 3202 5255. Visitação às segundas, terças, quintas e sextas, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h; quartas, das 9h às 13h.
Museu Histórico do Senado Federal, Praça dos Três Poderes, Senado Federal, Salão Nobre, CEP: 70165-900, telefone: (61) 3311 4029. Visitação de segunda a quinta, das 9h30 às 11h30; às sextas, das 14h30 às 16h30.Foi inaugurado em 1991 e conta a história do Senado, do Império aos dias atuais. Conserva lustres, luminárias, móveis e instrumentos de trabalho do Palácio Monroe, sede, depois destruída, do Senado Federal no Rio de Janeiro, além de urnas de votação dos senadores do tempo do Império.
Museu da Imprensa Nacional, Imprensa Nacional, SIG quadra 6, lote 800, CEP: 70604-900, telefone: (61) 3441 9618. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 17h, domingos e feriados das 13h às 17h. Curiosamente, o Museu da Imprensa Nacional está situado no Setor de Indústrias Gráficas. Bem instalado, foi inaugurado em 13 de maio de 1982, para guardar, conservar e expor a memória da Indústria Gráfica da Imprensa Nacional do Brasil. No acervo, destacam-se um prelo de Machado de Assis, diários oficiais originais (sim, é na Imprensa Nacional que é feito o Diário Oficial), inclusive dos tempos do Império. Raridades como a publicação da Lei Áurea de 1888, o ato da Proclamação da República em 1889 e exemplar do primeiro jornal publicado no Brasil.
Museu dos Insetos, Embrapa Cerrados, BR10, km 18, Rodovia Brasília-Fortaleza, CEP: 73301-970, telefone: (61) 3388 9917. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Museu da Justiça Eleitoral, Tribunal Superior Eleitoral, SAS, Praça dos Tribunais Superiores, bloco C, CEP: 70096-900, telefone: (61) 3316 3525. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 19h.
Museu da Justiça Militar da União – STM, Praça dos Tribunais Superiores, edifício sede, 2º andar, CEP: 70098-900, telefone: (61) 3313 9223. Visitação de segunda a sexta, das 12h30 às 19h.
Museu da Limpeza Urbana, SLU, QNP 28, Usina de Lixo, Área Especial, CEP: 72235-800, Ceilândia, telefone: (61) 3376 1043. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 17h.
Museu do Ministério do Trabalho, Esplanada dos Ministérios, Projeção 10, Bloco F, Ed. Sede, térreo, CEP: 70059-900, telefone: (61) 3317 6724, 3317 6439. Visitação de segunda a sexta, das 13h às 18h.
Museu Nacional de Gemas, Torre de TV – Salão Panorâmico, CEP: 70070-300, telefone: (61) 3323 1881 e 3321 1787. Visitação de segunda a sexta, das 10 às 18h30, sábados, das 10h às 16h. Destinado ao estudo, comercialização, exposição e apreciação de jóias, pedras e metais preciosos. Tem um acervo composto de gemas brutas e lapidadas, como a maior calcita transparente do mundo, diamantes, esmeraldas, rubis e águas-marinhas, tem exposições temporárias, vídeos informativos, joalheria e laboratório de gemas e materiais preciosos. Cobra-se ingresso. Ocupa um espaço onde, nos anos 60/70 funcionava uma sorveteria.
Museu da Previdência e Assistência Social/INSS, SAS, quadra 2, bloco P, telefone: (61) 3313 4816. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Museu da República, Esplanada dos Ministérios, telefone: (61) 3325 6410 e 3325 5220. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h. Parte integrante do Complexo Cultural da República, o museu tem uma área de 14,5m², uma grande cúpula com 25 metros de raio, circundado por um espelho d´água, com 4 andares em seu interior. Foi inaugurado em dezembro de 2006 com uma exposição sobre a obra de Niemeyer: Niemeyer & Niemeyer e Brasília – Património da Humanidade.
Museu do Superior Tribunal de Justiça, SAFS Quadra 6 lote 1 – Ed. dos Plenários, 2o pavimento, CEP: 70095-900, telefone: (61) 3319 8152. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 19h.
Museu do Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes, Ed. Sede, 3º andar, CEP: 70175-900, telefone: (61) 3217 3601. Visitação de segunda a sexta, das 12h30 às 18h. Tem o objetivo de preservar a memória do STF. Possui peças do mobiliário do antigo Palácio da Suprema Corte, no Rio. A Galeria dos Ministros, composta por quadros dos ministros do Supremo.
Museu de Taxidermia do Jardim Zoológico, está localizado próximo do complexo administrativo e ao lado do estacionamento, telefone: (61) 3345 3280 e 3345 3245. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h. São 416 peças em exposição. O trabalho de taxidermia é feito no próprio Zoo.
Museu de Valores do Banco Central, SBS, quadra 3, bloco B, 1º Subsolo, edifício-sede, CEP: 70074-900, telefone: (61) 3414 1414, 3414 2184 e 3414 2093, site: www.bcb.gov.br. Visitação de terça a sexta, das 9h às 18h e aos sábados, das 14h às 18h. Com uma área de 122m², O acervo do museu conta com cerca de 125 mil itens, sendo a grande maioria em exposição. A média de frequência anual a este museu é de quase 20 mil pessoas, em sua maioria estudantes. O acervo se constitui de peças como cédulas, moedas, condecorações, medalhas e documentos de valores, além da numismática nacional e ainda da maior pepita de ouro já encontrada, no Pará, no garimpo de Serra Pelada, pesando 60 quilos. Nesse sentido, a visita mostra a origem da evolução do dinheiro no mundo, nas salas denominadas Brasil, Moedas e Mundo. Por um outro lado, o MVBC possui uma coleção de pinturas de Portinari que é das mais valorizadas em sua obra. No museu, atuam os programas Museu-Escola e BC e Universidade, que disponibilizam uma equipe de monitores para recepcionar as turmas vindas de todo o DF.
Museu Vivo da Memória Candanga, Via EPIA Sul, lote D, CEP: 71735-900, Núcleo Bandeirante, telefone: (61) 3301 3590. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h. Vinculado à Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico (DePHA). Casas construídas em madeira que formavam originalmente o Hospital Juscelino Kubitschek, o primeiro de Brasília, foi tombado pelo Patrimônio Histórico em 1958.
Observatório Sismológico, Av. L2 Norte, Campus Universitário, Universidade de Brasília, CEP: 70910-900. telefone: (61) 3349 4453. Visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Criado em 1988 e ampliado em 1993. O Observatório tem um pequeno museu permanente que recebe muitas turmas de escolas para aprenderem sobre abalos sísmicos. Existem apenas três observatórios em todo o país.
Date: 25 de agosto de 2009
Categorias: Guia Cultural do DF





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