A artista
A poesia do Cerrado vem se tocando de que “vos”, “lhes”, “ó singela amada” e palavras tão eruditas que doem no fundo do dicionário estão com cheiro de mofo, precisando tomar um sol de contemporaneidade. Digo isso para vender o meu peixe como poeta, pescado do fundo de minha percepção de mundo, de vida e de um jeito genuíno de ter esperança na beleza das coisas e das pessoas.
Como poeta (pois poetiza é coisa de adolescente que lê Capricho) abordo temas que vão de críticas socioeconômicas – como em o mcdonald´s me comeu -, a arte urbana, xamanismo, cinema, sexo, arte, homossexualidade, amor a interpretações poéticas dos signos zodiacais.
Os poemas têm como nuance o ritmo, a contemporaneidade, os duplos (ou triplos) sentidos, com um temperozinho de sarcasmo, pois, como diria o celebre pensador e compositor: “Só um tapinha não dói.” Leia, comente, critique – a casa é sua.
A Poeta
Marina Mara nasceu em Brasília, em trinta de março de 1979, portanto ariana – com ascendente escorpião -, é bacharel em comunicação social com especialização em publicidade e propaganda e pós-graduanda em Marketing Digital. Atuando como jornalista, assinou a editoria de alguns jornais institucionais. Ela também atua como produtora cultural, é colaboradora em movimentos socioambientais e em prol da disseminação da arte e da cultura no Distrito Federal.
Tendo a escrita como “hobbie” desde sua adolescência, Marina venceu alguns concursos de poesia, conto e redação, dos quais se destacam o “Prêmio Criatividade 2005”, realizado pelo Governo do Distrito Federal e mais recentemente teve sua redação escolhida entre mais de 37 mil textos de todo o país para fazer parte de um livro em homenagem ao centenário do voo do 14 Bis. Esse concurso foi realizado pelo Ministério da Educação, Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Jornal Folha Dirigida. Em junho de 2009, Marina teve seu poema, intitulado o mcdonald´s me comeu, selecionado entre poemas de todo o Brasil para compor a coletânea Palavras Veladas, pela Andross Editora, de São Paulo.
A poeta também é redatora publicitária, designer gráfico, letrista e vem se aventurando pelas veredas de roteiro para Cinema e Teatro. Marina também assina colunas sobre Cultura e Arte, nas quais publica crônicas, matérias sobre arte e seus poemas de acordo com o tema proposto.
Marina Mara vem se apresentando em palcos de Brasília com diferenciadas interveções poéticas. Essas apresentações são elaboradas de forma nada convencional, incluindo artes cênicas, recursos multimídia, sensualidade, contemporaneidade, humor e uma pitada de sarcasmo para ficar ainda mais interessante. O intuito é disseminar a poesia, erroneamente, tida por muitos como pertencente a uma “elite intelectual”.
“A poesia pode e deve ser consumida por qualquer pessoa e em qualquer local.” MM





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