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	<title>Marina Mara - Sítio oficial &#187; Caixa Cultural</title>
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	<description>Literatura, arte, música e muito mais</description>
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		<title>Exposição três em um</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 15:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Exposições na Caixa Cultural mostram gravuras de Rossini Perez, fotos de João Roberto Ripper e obras da Coleção Brasília
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a class="lightbox" title="poteiro" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2010/02/poteiro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3085" title="poteiro" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2010/02/poteiro-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a>Direitos humanos, história da gravura e arte brasiliense marcam as três exposições que a Caixa Cultural está mostrando. Na Galeria Principal, a maior do espaço, o gravador Rossini Perez faz retrospectiva de mais de três décadas de gravuras, com obras realizadas entre 1955 e 1980, um conjunto doado pelo próprio artista ao Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (MNBA/RJ) e reunido pela curadora Laura Abreu.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Perez se inscreve na história da gravura brasileira ao lado de nomes como Oswaldo Goeldi, Fayga Ostrower e Renina Katz, todos amigos, todos influências muito fortes e referências eternas para o artista de origem espanhola nascido no Rio Grande do Norte. Perez era um jovem pintor quando entrou no ateliê de Oswaldo Goeldi e percebeu o quanto podia resolver com a gravura o que não conseguia organizar com a pintura. “A gravura tem um lado de habilidade manual, exige muita habilidade. Não era minha praia misturar tintas, tinha dificuldade. Era amigo do Goeldi, mas não me interessava por gravura. Um dia fui ao ateliê e o vi gravando. Achei que aquela solução em preto e branco era melhor para mim. Essa parte artesanal de cavar a madeira (xilogravura) me encantou e passei a fazer”, lembra.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Fayga Ostrower, pioneira da gravura abstrata no Brasil, ajudou a reforçar a descoberta e Perez foi adiante. Nunca estacionou em uma única linguagem e passou da abstração à figuração e até à geometria com sede de experimentar. As 89 obras de Rossini Perez: desenhos, matrizes e gravuras — Acervo do Museu Nacional de Belas Artes deixam claro o vasto espectro de formas e cores explorados pelo artista, que esteve várias vezes em Brasília e foi responsável pela reabertura do ateliê de gravação da Universidade de Brasília (UnB), em 1974. “Fiquei aqui uns seis meses, a oficina estava fechada e fui chamado para reabri-la. No ano seguinte ia fazer a mesma coisa na 508 Sul, mas não deu muito certo.”</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Alguns meses depois, Perez embarcou para Dakar (Senegal), a convite do Ministério das Relações Exteriores, para abrir ateliê em universidade senegalesa. De lá trouxe influências que nortearam uma parte da produção dos anos 1980. Se as favelas do Rio de Janeiro haviam fornecido material geométrico para investigar a divisão dos espaços na superfície do papel, a África deu ao artista novos conteúdos sobre os quais refletir. “Foram muitas as influências, mas principalmente a religião, o comportamento social, a relação com o tempo e as imagens históricas. Cheguei até a fazer braceletes para complementar a gravura”, diz o artista, hoje com 78 anos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Fotografia social</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Nas galerias Piccola 1 e Piccola 2, o fotógrafo João Roberto Ripper, 56 anos, assina as 70 imagens em preto e branco concebidas para revelar um Brasil particular. Desde os 19 anos, Ripper aponta as lentes para um objeto nem sempre protagonista das paisagens humanas brasileiras. “Minha proposta fundamental é colocar a fotografia a serviço dos direitos humanos e incentivar que outros fotógrafos também possam engajar seus trabalhos. Todo o meu escritório está na favela da Maré”, diz o fotógrafo, que fundou uma escola para profissionalizar jovens nas favelas do Rio de Janeiro e pretende fazer um grande registro das populações desfavorecidas do Brasil com o projeto Imagens humanas.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Há 12 anos, o arquivo de Ripper contava com 140 mil imagens. Hoje, ele estima haver o dobro. “Todas as fotos que faço são de contextos sociais com os quais me envolvo, mas busco uma linha condutora, que é da dignidade. Na exposição, com curadoria do Dante Gastaldoni, que coordena comigo a escola da favela, tecemos uma concepção onde se entra pela emoção. Mostro a questão do amor que existe em todos, a solidariedade, a dor, a resistência. São sentimentos e ações que essas pessoas fazem e têm no correr de suas vidas”, avisa Ripper. “Meu trabalho é um contraponto. Todas as pessoas têm sonhos e traduzem isso em cultura ou em comunicação, informação. Acho que existe um controle nos poderes da sociedade onde esse sonho é filtrado. Busco, além da denúncia, a beleza de quem vive numa favela porque estamos censurando a mostragem do belo nas áreas onde moram as pessoas menos favorecidas desse país. Os julgamentos jogados para a sociedade são uma indução à condenação dessas pessoas. Essas pessoas são bonitas, sensuais e tento mostrar isso através de uma situação, às vezes, de dor.”</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Reservada para o acervo da própria Caixa, a Galeria Acervo recebe a Coleção Brasília, adquirida em 1987 e integrada exclusivamente por artistas que moram ou produziram na capital nas últimas duas décadas.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Três exposições</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Rossini Perez: desenhos, matrizes e gravuras — Acervo do Museu Nacional de Belas Artes</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Obras do gravador Rossini Perez. Visitação até 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural (SBS Q. 4, anexo do edifício Matriz Caixa</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Imagens humanas</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Fotografias de João Roberto Ripper. Visitação até 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural (SBS Q. 4, anexo do edifício Matriz Caixa</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Coleção Brasília</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Com obras de 49 artistas. Visitação até 14 de março, de terça a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural (SBS Q. 4, anexo do edifício Matriz Caixa</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Fonte: Correio Braziliense</p>
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		<title>R.Godá &#8211; Escrituras &amp; Filigranas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mara</dc:creator>
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<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Curadoria de Marcus de Lontra Costa, a exposição “R.Godá Invenções – Escrituras e Filigranas”, mostra cerca de 20 obras da arte diferenciada do artista Rodrigo Godá. Nanquins, pinturas, painéis e esculturas estarão expostos ao público de terça-feira a domingo de 09h às 21h.Cheia de alegria e bom humor, a obra de Godá traz uma mensagem de otimismo e crença no futuro, futuro em que suas máquinas, indiferentes ao que acontece ao redor, têm a capacidade de inventar flores, oceanos, animais e plantas. As pinturas às vezes são imensos painéis que se desdobram em uma pequena ou grande história, cheia de detalhes e surpresas.</p>
<p>Os desenhos, a nanquim, com medidas de 80&#215;110cm lembram um emaranhado de folhas e flores, mas à medida que o expectador se aproxima pode vislumbrar a precisão da técnica e harmonia de todos os elementos que se repetem nas formações que ele cria. Dez pinturas de pequeno formato mostram como o artista pode usar a habilidade de sua técnica, tanto em grandes painéis como em pequenos espaços.</p>
<p>Para imaginar como essas máquinas existem e funcionam, Rodrigo Godá as transforma em objetos tridimensionais, esculturas que vêm completar a mostra. “Locomotiva”, principal obra da exposição, é formada por nove módulos de pintura, medindo 1,40&#215;1,40m cada um, compõem uma locomotiva, cheia de flores, pássaros e animais. É um convite a um passeio cheio cores e encantamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Horário: De 28 de outubro a 29 de novembro 2009 &#8211; de terça-feira a domingo, das 9h às 21h</td>
</tr>
<tr>
<td>Endereço: Caixa Cultural Brasília – Galeria Principal &#8211; SBS Qd 4 lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa</td>
</tr>
<tr>
<td>Preço: Entrada Franca </p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Site Candango</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.marinamara.com.br%2F2009%2F11%2F06%2Fr-goda-escrituras-filigranas%2F&amp;title=R.God%C3%A1%20%26%238211%3B%20Escrituras%20%26%23038%3B%20Filigranas"><img src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Teste de audiência exibe filme inédito</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 15:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nona edição do projeto Teste de audiência, organizado pelos produtores Márcio Curi e Renato Barbieri, vai exibir um filme cujo o nome e o diretor serão revelados apenas no início da sessão. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os apreciadores de cinema têm um bom programa para esta terça-feira (6/10). A nona edição do projeto Teste de audiência, organizado pelos produtores Márcio Curi e Renato Barbieri, vai exibir um filme cujo o nome e o diretor serão revelados apenas no início da sessão. O evento está marcado para as 20h, no Teatro da Caixa Cultural (SBS Quadra 4, lote 3/4, anexo do edifício Matriz da Caixa), e tem entrada franca.</p>
<p>Na última edição, em 17 de setembro, os espectadores assistiram ao filme <em>Família vende tudo</em>, do cineasta Alain Fresnot. Além disso, deram sugestões e fizeram críticas a respeito da produção. &#8220;Surgiram algumas inquietações do público que não me passavam pela cabeça&#8221;, revelou Fresnot. A classificação indicativa é 16 anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Exposição Ser Jovem na França</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 14:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como parte da programação oficial do Ano da França no Brasil, a Caixa Cultural de Brasília apresenta entre os dias 27 de agosto e 27 de setembro a exposição “Ser Jovem na França”, na Galeria Vitrine.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="Ser jovem na França 7" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-7.jpg"><img class="size-full wp-image-1163 alignleft" title="Ser jovem na França 7" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-7.jpg" alt="" width="240" height="158" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como parte da programação oficial do Ano da França no Brasil, a Caixa Cultural de Brasília apresenta entre os dias 27 de agosto e 27 de setembro a exposição “Ser Jovem na França”, na Galeria Vitrine.</p>
<p style="text-align: justify;">A mostra, que foi um dos destaques do Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro &#8211; FotoRio 2009, possui curadoria de Milton Guran “Ser Jovem na França” apresenta o trabalho de fotógrafos consagrados tanto no campo da arte contemporânea quanto da documentação fotográfica, como Martin Parr, Marie-Paule Nègre e Marc Riboud, ao lado de jovens cuja produção está ligada à maneira de viver da juventude francesa. Com obras de grande formato, a exposição se caracteriza por uma linguagem atual e instigante, apresentando um panorama bastante abrangente do que é ser jovem na França de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Originalmente intitulado Le plus bel âge, o acervo é pertencente ao Fundo Nacional da Arte Contemporânea na França e teve origem em uma das maiores encomendas públicas do gênero, levado a efeito sob a coordenação de Agnès de Gouvion Saint-Cyr, do Ministério da Cultura francês. “Ser Jovem na França” é fruto da leitura deste acervo feita pelo fotógrafo e curador brasileiro Milton Guran, a convite dos organizadores do Ano do Brasil na França, com objetivo de estabelecer um diálogo mais direto com o público brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário:</strong> 27 de agosto a 27 de setembro de 2009, diariamente, das 9 às 21h.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Endereço:</strong> Caixa Cultural Brasília – Galeria Vitrine SBS Qd 4 lote 3 / 4, anexo Matriz da Caixa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Preço:</strong> Entrada Franca.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Site Candango</p>

<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-6/' title='Ser jovem na França 6'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-6-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 6" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-10/' title='Ser jovem na França 10'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-10-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 10" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-8/' title='Ser jovem na França 8'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-8-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 8" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-7/' title='Ser jovem na França 7'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-7-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 7" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-5/' title='Ser jovem na França 5'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-5-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 5" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-4/' title='Ser jovem na França 4'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-4-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 4" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-3/' title='Ser jovem na França 3'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-3-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 3" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-2/' title='Ser jovem na França 2'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-2-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 2" /></a>
<a href='http://www.marinamara.com.br/2009/09/10/exposicao-ser-jovem-na-franca/ser-jovem-na-franca-1/' title='Ser jovem na França 1'><img width="90" height="56" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-1-90x56.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Ser jovem na França 1" /></a>

<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="Ser jovem na França 7" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Ser-jovem-na-França-7.jpg"></a></p>
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		<title>Instituições culturais</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 19:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mara</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços Culturais da UnB]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Assis Chateaubriand]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundação Brasileira de Teatro]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Cervantes]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Histórico e Geográfico do DF]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Estado de Cultura do DF]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Galpão]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Holística Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja aqui a lista completa das instituições culturais do DF.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Aliança Francesa</strong>, SEPS 708/907, lote A, CEP: 70390-079, telefone: (61) 3242 7500, biblioteca, auditório, galeria e vídeo-clube, site: www.afbrasilia.org.br.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Arquivo Público do DF</strong>, SAP, lote B, bloco 41, Novacap, telefone: (61) 3361 1454, CEP: 71215-000. A história do DF em documentos, fotos, filmes. informações no site: <a href="http://www.arpdf.df.gov.br">www.arpdf.df.gov.br</a>. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Casa de Cultura do Guará</strong>, Área Especial do Cave (atrás da Feira do Guará), telefone: (61) 3567 9682. O Guará, satélite que tem uma das maiores feiras do DF, inaugurada em 1983, tem a sua Casa de Cultura, com espaço para biblioteca, oficinas e cursos, exposições e shows. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Casa Thomas Jefferson</strong>, SEPS, 706/906 conj. B, Asa Sul, CEP: 70390-065, telefone: (61) 3443 6588, fundada em 1963, é uma das principais instituições de ensino da língua inglesa em Brasília, vinculada ao governo norte-americano. O espaço, com uma curiosa arquitetura, tem auditório para 200 lugares com excelente programação musical, biblioteca especializada, galeria com exposições temporárias e as pautas estão abertas a solicitações. Uma tradição são as Sextas Musicais, sempre divulgadas com antecedência e com variada programação, além das mostras de filmes. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Centro de Convenções Ulysses Guimarães</strong>, situado no Setor de Difusão Cultural, Eixo Monumental Oeste, com um pavilhão para feiras, três auditórios, duas salas de teatro e várias salas de apoio, informações pelo (61) 3429 7661 ou 3325 5760. O Centro de Convenções é projeto do arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2002). A forma arquitetônica era semelhante a uma ampulheta deitada, sua construção teve início em 1973 e destinava-se inicialmente a ser um Espaço Cultural. Em 1978, foi inaugurado, abrigando inclusive o teatro Aloysio Batata, conduzido pelo então Serviço Nacional de Teatro. Logo se percebeu sua funcionalidade como espaço para feiras, convenções, seminários e congressos. Em 1979, reuniu participantes do Congresso Brasileiro de Cardiologia, com uma audiência de cerca de três mil pessoas. Em dez anos (1979-1989), o Centro de Convenções de Brasília sediou cerca de 587 eventos. A apuração das primeiras eleições diretas realizadas depois do regime militar se realizaram ali. Sérgio Bernardes acabaria colaborando num novo redimensionamento arquitetônico do Centro. Em novembro de 1992, o Centro passou a se chamar Ulysses Guimarães, em homenagem ao político falecido em outubro daquele ano. A reforma e novas obras foram retomadas em 2003. Em 25 de abril de 2005, a Ala Sul foi inaugurada e em setembro do mesmo ano a Ala Norte. Em maio de 2005, na retomada de seus eventos, sediou a Cúpula América do Sul-Países Árabes. A área total do Centro de Convenções é de 57.000m², contando com três auditórios de 1.400 assentos, dois teatros de 500 lugares cada, 5.200m² para exposições e estacionamento para 800 veículos. A área contínua de exposição é de 35.000m². Pode receber confortavelmente 9,4 mil pessoas simultaneamente, sendo o maior do país. Os aspectos de acessibilidade foram respeitados, com rampas de acesso, telefones, elevadores e poltronas anatômica em diversos tamanhos. Shows e concertos podem ser programados numa sala com capacidade para mil pessoas. O Centro conta ainda com dois restaurantes, salas auxiliares, lanchonetes, camarins, salas para imprensa e autoridades. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Centro Cultural Banco do Brasil &#8211; CCBB</strong>, Setor de Clubes Esportivo Sul, trecho 2, conjunto 22, CEP: 70200-002, telefone: (61) 3310 7087, site: www.bb.com.br/cultura. Criado em 2000, sendo o terceiro dos centros culturais abertos pelo Banco do Brasil, em prédio desenhado por Oscar Niemeyer, ocupando parte do prédio do Centro de Formação do BB, mas com vida já independente e identidade própria. O CCBB trouxe também uma outra dinâmica para a vida cultural brasiliense, através de excelente programação, aberto às mais diversas manifestações, inovando em seu rigor nos critérios de escolha e atendimento ao público. Seus critérios de avaliação de projetos incluem o ineditismo, a inovação, a relevância cultural, a multidisciplinariedade e a brasilidade, daí a presença de curadores de renome, de festivais da maior importância para a música, o teatro, as artes visuais e o cinema no Brasil, teatro de 309 lugares, cinema e galeria com dois andares.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Centro Cultural de Brasília</strong>, Av L2 Norte, Q 601, módulo B, CEP: 70830-010, site www.ccbnet.org, telefone: (61) 3426 0400. Teatro e auditório. Ligado à Escola dos Jesuítas. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Centro Cultural Rubem Valentim</strong>, Área Escolar C, lote 6, Cruzeiro Velho, telefone: (61) 3363 1521. Tem uma biblioteca com acervo de dez mil obras, galeria de arte, hall de exposições, laboratório fotográfico e salão de festas. Homenageia um dos mais refinados artistas brasileiros, que morou alguns anos em Brasília. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Centro Cultural Sesi</strong>, QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte, CEP: 72125.740, telefone: (61) 3354 4040. Integrado pelo Cine Teatro Yara Amaral, uma sala de exposições dotada de sistema de iluminação de teto com trilhos eletrificados e sistema de segurança de circuito fechado, para exposições individuais e coletivas, lançamentos e performances, duas salas multiuso (uma para música e outra para teatro), foyer e café do teatro, também para lançamentos, coquetéis e performances. O Teatro do Sesi foi criado na década de 70, quando se destacou o trabalho teatral da diretora e escritora Sylvia Orthoff. Em maio de 2001, foi reinaugurado, depois de reforma radical, com um projeto arquitetônico interativo, reformando o antigo teatro, criando foyer integrado à sala de exposições, café e duas salas multiuso. Tem como programação permanente cursos de teatro, artes plásticas, música, dança e pequena biblioteca. Mantém programação teatral, musical, de artes visuais e exibição de filmes, além da realização de seminários, mostras e festivais, incluindo concertos sinfônicos e o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Complexo Cultural Funarte</strong>, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, lote 2, CEP: 70070-350, telefone: (61) 3223 2441 e 3226 9228, site: www.funarte.gov.br. Fundação Nacional de Arte, Sala Funarte Cássia Eller (música), Galeria Fayga Ostrower (artes plásticas), Teatro Plínio Marcos (artes cênicas), Galpão Robson Graia (artes cênicas), Sala Klauss Vianna (Dança) e Galeria Marquise. Os editais são semestrais, obtidos no site ou no próprio Complexo Cultural Funarte e as pautas são orientadas por regulamento. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Complexo Cultural do Ministério da Cultura, </strong>Esplanada dos Ministérios, bloco B, 3º andar, CEP: 70068-900, telefone: (61) 3316 2000, site: www.minc.gov.br. Com loja de livros e catálogos publicados pelo Minc, acervo de CDs, vídeo e acesso a computadores; Sala de Vídeo Paulo Emílio e Sala Guimarães Rosa, com auditório e cinema para 93 lugares e foyer para exposições. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caixa Cultural</strong>, visitação de terça a domingo, de 9h às 18h, visitas monitoradas pelo telefone: (61) 3414 9450, site: www.caixa.gov.br, SBS, quadra 4, lote 3/4 CEP: 70092-900, telefone: (61) 3414 9450. Inaugurado em 1980, ocupa edifício próprio, com teatro reformado e galerias ampliadas, de padrão internacional, tendo se tornado uma das principais instituições de eventos e programação cultural de Brasília, depois de sua reforma e reinauguração em março de 2002. Seu edital anual de ocupação está disponível no site, teatro de 381 lugares, galerias e Átrio dos Vitrais (ao lado, no edifício matriz da Caixa). Em 2001, o espaço foi redefinido, com a ampliação do teatro, das galerias (climatizadas e com padrão internacional) e desde então tem programação intensa, com uma média semanal de 31,6 mil visitantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conjunto Cultural da República</strong>, projeto de Oscar Niemeyer para conclusão dos setores culturais Norte e Sul, no Eixo Monumental. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Cultura Inglesa</strong>, SEPS 709/908, conjunto B, CEP: 70380-089, telefone: (61) 3244 5650. Biblioteca e auditório com 160 lugares onde funciona o Cine Cultura Inglesa, Projeto de Elvin Mackay Dubugras e inaugurada em 1975, a Cultura Inglesa tem parte de seu pavimento térreo semi-enterrado. Pela entrada principal, chega-se ao hall, com pé-direito duplo, que dá acesso às salas, biblioteca, área administrativa e pátio interno, onde se cnontra uma escultura em aço de Jaime Golubov. O conjunto se completa ainda com uma sala de exposições. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Espaço Cultural Anatel</strong>, SAS quadra 6, bloco C, CEP: 70313.900, telefone: (61) 3212 2439, site: www.anatel.gov.br. Inaugurado em 1999, o Espa­ço Cultural Anatel, o único localizado no Setor de Autarquias Sul, tem um foyer-galeria de 700m², au­ditório para 220 lugares com palco de 80m² (4,9 de largura e pé direito de 3,4m, com pé direito de 2,3m; há varas de luz e 11 spots para iluminação do palco) e mezanino para realização de exposições e coquetéis, a pauta deve ser solicitada com apresen­tação do projeto, o palco tem 11 spots para luz. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Espaço Cultural 508 Sul</strong>, CRS 508, bloco A, CEP: 70351-580, telefone: (61) 3244 0411. Com as salas Multiuso, Marco Antônio Guimarães, Teatro Galpão e Teatro de Bolso, Praça Central, além das galerias Rubem Valentim, Parangolé e Darlan Rosa, Biblioteca de Artes Ethel Dornas, gibiteca e Galpão das Artes, para oficinas. O Teatro Galpão tem tradição na vida cultural e foi inaugurado na década de 70. Companhias de teatro e dança ensaiam seus espetáculos na 508 Sul. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>As origens do Espaço &#8211; </em></strong>O Espaço Cultural 508 Sul passou a existir com a inauguração do complexo arquitetônico em 13 de setembro de 1993. Está situado no meio da Asa Sul, numa das quadras que, junto com as 107/108, 507 e 707/708 Sul, formam o quadrilátero da primeira Unidade de Vizinhança, prevista no Plano Piloto do arquteto-urbanista Lucio Costa. O primeiro edifício que deu origem ao complexo cultural que foi se fixando na década de 70 situava-se num setor destinado ao comércio, com galpões de estocagem de materiais de um lado, pela W2 e área de comércio, atendimento e administração voltada para a W3.Neste período, a sede da Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF) era em um dos galpões da 508 Sul. Com a ocupação dos galpões da 508 por alguns artistas e assessores da FCDF, então sob a direção de Ruy Pereira da Silva, tem início a história do espaço. A FCDF lutou junto à prefeitura do Distrito Federal para incorporar parte do bloco A da 508, que então funcionava como seção da Secretaria de Finanças. Nesse espaço, voltado para a W3, foram instaladas as primeiras galerias, em 1973 com uma exposição do arquiteto japonês de renome internacional Kenzo Tange. Depois, virão as galerias B e C e alguns atores começam a ensaiar nessas dependências nas horas vagas. Alguns notam que o galpão da esquina seria ideal para um centro de oficinas e laboratórios. Importantes exposições passam a ser programadas na 508.Em 1975, quem toma posse à frente da Secretaria de Educação e Cultura é o diplomata Wladimir Murtinho, imediatamente entusiasmado com o projeto da 508 Sul.Naquele mesmo ano, uma outra novidade vem marcar esse início da ebulição cultural na cidade: a instalação de uma construção em forma geodésica, que passa a ser chamada de Balão de Ensaio.O Balão, concebido pelo arquiteto Sérgio Prado, com oito metros de diâmetro, destinava-se especialmente à dança e à música, mas também serviu como palco para espetáculos de teatro de bonecos e ponto de encontro de artistas plásticos e dos primeiros músicos de rock da cidade. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> O  Galpão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 1975, é inaugurado o Teatro Galpão. Projetado por um arquiteto da UnB, é erguido com material de sobra das obras do GDF.À inauguração do Teatro Galpão, sucede-se a criação do Teatro Galpãozinho. Em pouco tempo, a 508 Sul torna-se de fato o centro cultural mais pulsante da vida em Brasília, com festivais, feiras, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Experiências &#8211; </em></strong>Em 1977, outro desdobramento marcante para a 508 Sul é a implantação do Centro de Criatividade, que vai finalmente compor com os teatros Galpão e Galpãozinho e as galerias um centro cultural com programação ininterrupta. O projeto tem apoio da Unesco, dentro de uma política de “educação permanente através da arte”, abarcando a instrução, a informação e o lazer, e vai abrir frente para uma serie de oficinas de artes plásticas e teatro, contando com nomes de ponta.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> <strong>Mudanças &#8211; </strong></em>A 508 passa por momentos difíceis, até que em 1986 toda a comunidade mobiliza-se para a retomada. O arquiteto Antonio Eustáquio é chamado para repensar o espaço e propõe a fusão dos galpões e a abertura das paredes, possibilitando uma passagem da W2 para a W3.Em 1993, o Espaço Cultural 508 Sul é reinaugurado, depois de quase quatro anos em obras, com verba da fundação japonesa Mokiti Okada. Atualmente é composto de Teatro Galpão, Sala Multiuso, Sala Marco Antônio Guimarães, Teatro de Bolso, Galerias Parangolé, Rubem Valentim e Darlan Rosa, sala de vídeo, galpão destinado a oficinas, biblioteca de Artes, mezanino e espaço para laboratório e escritórios da administração.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Espaços Culturais do Sesc</strong>, Unidade da 504 Sul com biblioteca, gibiteca, escola de dança e auditório para 98 lugares, telefone: (61) 3321 3788, Teatro Paulo Autran em Taguatinga Norte, CNB 12, AE 2/3 telefone: (61) 3451 9103, 3451 9104 e na 913 Sul, Teatro Garagem com 204 lugares, auditório multiuso (JK) para 230 lugares e mezanino, telefone: (61) 3346 3034.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Espaço Cultural do STJ</strong>, (Superior Tribunal de Justiça), Setor de Administração Federal Sul, quadra 6, lote 1, prédio dos plenários, 2º andar, CEP: 70095-900, telefone: (61) 3319 8151, 3319 8521, 3319 8460 e 3319 8583, e-mail: nucleo.cultura@stj.gov.br. Auditório e galeria de arte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espaços Culturais da UnB</strong>, Campus Universitário Darcy Ribeiro, telefone: (61) 3307 2555, na Diretoria de Esportes, Arte e Cultura, site: www.unb.br. A Universidade de Brasília conta com os departamentos de Artes Plásticas, Artes Cênicas, Letras e Música. O complexo da UnB tem Biblioteca Central, Editora, auditório Dois Candangos, teatro de arena para três mil pessoas, Centro Comunitário Athos Bulcão com palco, camarim, salas de apoio em tenda para 5.000 lugares, Anfiteatro 9 do ICC com 228 lugares para shows e debates, auditório do Departamento de Música, a Sala Saltimbancos, para os alunos de teatro do Instituto de Artes, um Complexo das Artes com duas salas de apresentação, e mais auditórios em vários departamentos. Conta ainda com as livrarias do Chico e da UnB na ala norte do ICC e com a Café com Letras em frente ao Instituto de Artes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espaço Cultural do Incra, </strong>SBN, Ed. Pal. do Desenvolvimento, Térreo, Ala Norte, Brasília, telefone: (61) 3411 7676. Possui um rico acervo, em que retrata a história fundiária e da reforma agrária no Brasil. Neste espaço, estão expostos permanentemente mapas, fotografias, documentos, equipamentos de medição de área, mobiliário, publicações, vídeos e fotos. Inaugurado em 2002, o Espaço Cultural foi criado com o objetivo de dar visibilidade e preservar a história da autarquia no cenário nacional. A iniciativa contou com o apoio e colaboração do corpo funcional do Incra, ativos e aposentados, proporcionando à sociedade o acesso à documentação sobre o processo histórico da reforma agrária no Brasil e outros temas correlatos. O Espaço abriga uma sala multimídia para exposições de trabalhos artísticos e apresentações culturais, além de biblioteca, composta de livros e publicações relacionadas ao tema reforma agrária. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fundação Assis Chateaubriand</strong>, visitação de segunda a sexta das 8h às 12h e das 14h às 18h, Setor de Indústrias Gráficas, quadra 2, lote 340, telefone: (61) 3321 1492. Exposição permanente sobre a vida e obra de Assis Chateaubriand, o grande instaurador da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil. Fundador dos Diários Associados, Chateaubriand é homenageado com uma estátua em frente à sede do Correio Braziliense. No acervo da Fundação, mais de 20 mil artigos escritos por Assis Chateaubriand e os discursos proferidos no Senado Federal, quando representou os estados da Paraíba e do Maranhão. Ainda na sede, a galeria Espaço Chatô. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Fundação Athos Bulcão</strong>, SAUN &#8211; Setor de Autar­quias Norte, quadra 1, bloco E, CEP: 70041-904, telefone: (61) 3322 7801, site: www.fundathos.org.br, e-mail: <a href="mailto:fundathos@fundathos.org.br">fundathos@fundathos.org.br</a>. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fundação Brasileira de Teatro</strong>, Setor de Diversões Sul, bloco C, nº 30/64, CEP: 70392-902, telefone: (61) 3321 1341 e 3321 0182, site: www.fadm.com.br e www.teatrodulcina.com.br. Instituição de ensino superior fundada pela atriz Dulcina de Moraes, com cursos de artes cênicas e artes plásticas, A Faculdade de Artes foi inaugurada em foto: 1981, um ano depois da inauguração do Teatro Dulcina.<strong>Fundação Cinememória</strong>, HIGS 703, bloco G, casa 73, CEP: 70331-707, telefone: (61) 3225 8680. Preservação da memória cinematográfica de Brasília, dirigida pelo cineasta Vladimir Carvalho. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instituto Camões</strong>, Embaixada de Portugal, SES, Avenida das Nações, quadra 801, lote 2, CEP: 70402-900, telefone: (61) 3032 9635, site: www.instituto-camoes.pt. Auditório, biblioteca e galeria. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Instituto Cervantes</strong>, SEPS 707/907, lote D, CEP: 70390-078, site: www.brasilia.cervantes.es, telefone: (61) 3242 0603. Centro dedicado ao ensino de Espanhol, fundado em 1975, vinculado à Embaixada da Espanha, via Agencia Española de Cooperacíon, auditório com 120 lugares e galeria para exposições, o horário de atendimento é de 9h às 17h, biblioteca Ángel Crespo, especializada em literatura de língua espanhola. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Instituto Histórico e Geográfico do DF</strong>, Via W4 Sul, SEPS 703/903, lt C, CEP: 70390-039, visitação de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h, telefones: (61) 3226 7753, 3226 6871, e-mail: ihgdfg@terra.com.br. Foi criado em 3 de junho de 1964, exposição permanente sobre a história de Brasília, biblioteca, Foi erguido em 1964, com projeto arquitetônico de Milton Ramos e apresenta mostra fotográfica e objetos relativos ao período da construção de Brasília. Tem também uma biblioteca especializada, com revistas e jornais de época. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instituto Israel Pinheiro</strong>, SHIS, QI 29, lote A, Lago Sul, telefone: (61) 3367 2000. Um dos mais requisitados espaços para eventos em Brasília, tem uma área de 330.000m², cercada de verde e tranqüilidade, com dois auditórios de 330 e 200 lugares respectivamente, plenários, salas de reunião e 54 apartamentos para acomodar os participantes de seminários. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Secretaria de Estado de Cultura do DF</strong>, Anexo do Teatro Nacional Claudio Santoro, Via N-2, Setor Cultural Norte, SCTN, CEP: 70041-905, telefone: (61) 3325 6165, site: www.sc.df.gov.br. Órgão responsável pela articulação e coordenação da política cultural do Governo do Distrito Federal. Tem como compromisso incentivar, apoiar e difundir a cultura, em todas as formas de manifestação, através de suas atividades, projetos, programas e eventos. A Secretaria é responsável pela administração do Teatro Nacional Claudio Santoro, do Espaço Cultural 508 Sul, do Cine Brasília, do Pólo de Cinema e Vídeo, da Concha Acústica, do Centro de Dança, da Biblioteca Pública da 512 Sul, de sete espaços museológicos públicos, da Rádio Cultura, do Fundo de Apoio à Cultura, da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, do Arquivo Público do DF e ainda de programas e projetos em todo o DF,</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UNESCO &#8211; Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura</strong>, SAS, quadra 5, lote 6, bloco H, 9º andar, telefone: (61) 2106 3500, site: www.unesco.org.br.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Universidade Holística Internacional</strong>, SMPW Quadra 08 Conjunto 02 Área Especial, CEP: 70001-970, telefone: (61) 3380 2239. Também conhecida como Cidade da Paz, pretende englobar atividades científicas, religiosas, místicas, artísticas e ecológicas. Situada no belo espaço preservado da antiga Granja do Ipê, na saída de Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Independentes</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Açougue Cultural T &#8211; Bone</strong>, SCLN 312 Bl B Lj 27, CEP: 70765-520, telefone: (61) 3274 1665, site: www.t-bone.org.br. O Açougue Cultural T-Bone promove a Noite Cultural T-Bone, com várias apresentações por ano. Promove também os projetos Parada Cultural-Biblioteca Popular 24 horas, biblioteca popular nos pontos de ônibus da Asa Norte e Encontro com Escritores, bate-papo com escritores de renome nacional e apresentação musical todas as quintas.</p>
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