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	<title>Marina Mara - Sítio oficial &#187; Glória Pires</title>
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	<description>Literatura, arte, música e muito mais</description>
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		<title>Filme sobre Lula chega às telonas (leia a crítica)</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 02:26:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há qualidades em Lula, o filho do Brasil. A produção é esmerada, o roteiro flui até determinado ponto e as atuações de Milhem Cortaz, pai de Lula, e de Glória Pires, a dona Lindu, são das mais convincentes. Esses três fatores conferem verdade à primeira e ótima parte do filme, aquela em que Lula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt"><a class="lightbox" title="Lula - Filme" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Lula-Filme.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2688" title="Lula - Filme" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Lula-Filme-300x256.jpg" alt="" width="300" height="256" /></a>Há qualidades em <em>Lula, o filho do Brasil</em>. A produção é esmerada, o roteiro flui até determinado ponto e as atuações de Milhem Cortaz, pai de Lula, e de Glória Pires, a dona Lindu, são das mais convincentes. Esses três fatores conferem verdade à primeira e ótima parte do filme, aquela em que Lula é ainda um garoto e a trama se concentra na saga da família retirante, tão exemplar dos brasileiros daquele tempo. A expressão dura de Glória Pires/ Dona Lindu embarcando a filharada no pau-de-arara já valeria o ingresso.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">À medida que a ação passa a focar a atuação político-sindical de Lula, no entanto, o filme se perde, sem conseguir contar nenhuma história. Tanto a luta sindical daquele período quanto a vida pessoal de Lula são perfiladas em ritmo de videoclipe. Fatos marcantes, como a perda do dedo numa máquina de corte, não ganham destaque. Tudo parece ter sido pensado para não desagradar o personagem retratado. O filme se encerra em anticlímax, antes da criação do Partido dos Trabalhadores, o fato que daria a real dimensão da luta que o personagem empreendeu no seu sindicato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">Não há dúvida de que os Barreto conseguiram juntar os ingredientes adequados para cumprir uma trajetória de sucesso digna do personagem que o inspirou. <em>Lula, o filho do Brasil</em> vai agradar plateias por seu formato simplório de folhetim do bem contra o mal, mas, artisticamente, fracassa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">O fracasso artístico se dá, sobretudo, na construção de um dos dois personagens principais do filme. O Luiz Inácio Lula da Silva dos Barreto é desprovido de humanidade e infinitamente menos interessante do que o personagem real. O filho de dona Lindu surge na tela sem pecados e reticências, sóbrio, honesto, corajoso, justo&#8230; Enfim, uma enciclopédia de virtudes. O resultado é que a história dele não convence. Um personagem sem conflitos e sem defeitos perde em profundidade e se torna obviamente desinteressante, falso, sobretudo se a história é vendida como &#8220;história real&#8221;. Não à toa, o filme tem sido visto como a história de Dona Lindu, a mãe de Lula. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">Mas não é apenas por isso que a história é mal contada. <em> Lula, o filho do Brasil</em> é um filme que falta com a honestidade. Antes mesmo do início da história, surge na tela uma advertência de que o filme não teve apoio de leis de incentivo fiscal. A seguir, a longa lista de patrocinadores é apresentada. O primeiro nome da tal lista é o do Senai, instituição que recebe uma &#8220;contribuição&#8221; por cada pessoa empregada com carteira assinada no país. Dinheiro público! Não há problema em usá-lo de forma legal. Mas há muito em escamotear esse uso. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">As distorções e omissões da trama já foram assaz apontadas. Não seriam pecados maiores não fosse Lula um personagem político contemporâneo e se estivessem a serviço da narrativa cinematográfica. Não é o caso. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 10pt">Um bom filme, sobre Lula, personagem rico e contraditório como poucos, ainda está para ser feito.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: cinema.com.br</p>
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		<title>Diretor de Lula, o filho do Brasil sofre grave acidente</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 14:15:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cineasta Fábio Barreto, diretor do filme Lula, o filho do Brasil, sofreu um grave acidente automobilístico na noite do último sábado e se encontra internado em estado grave no Hospital Copa D´Or, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Humaitá, ele pilotava uma Pajero Mitsubishi que capotou por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="Fábio Barreto" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Fábio-Barreto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2522" title="Fábio Barreto" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Fábio-Barreto.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O cineasta Fábio Barreto, diretor do filme Lula, o filho do Brasil, sofreu um grave acidente automobilístico na noite do último sábado e se encontra internado em estado grave no Hospital Copa D´Or, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Humaitá, ele pilotava uma Pajero Mitsubishi que capotou por volta das 22h50 na Rua Real Grandeza, em Botafogo, próximo à via de acesso ao Túnel Velho. Fábio, de 52 anos, encontrava-se sozinho no momento do acidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Um boletim divulgado pela assessoria do hospital noticiou que o cineasta chegou à Emergência do Copa D´Or transferido do hospital Miguel Couto, onde, durante a madrugada, &#8220;foi submetido a craniotomia descompressiva para tratamento de hematoma sudural agudo&#8221;. A cirurgia foi acompanhada pelo neurocirurgião Paulo Niemeyer. O estado neurológico de Fábio Barreto, segundo os médicos, é crítico, &#8220;mas sem complicações&#8221;, informa o boletim. Hoje pela manhã, ele será submetido a uma tomografia. Se houver uma progressão muito grande das lesões que sofreu no cérebro, ele será submetido a uma nova cirurgia. O coma induzido deverá ser mantido por até 10 dias. Niemeyer previa ontem que o estado do cineasta poderá piorar nas próximas 48 ou 72 horas, algo considerado normal nesses casos. Até o fechamento desta edição, o diretor se encontrava sedado, em coma induzido e respirando com ajuda dos aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A família do diretor acompanha de perto a situação desde os primeiros momentos do acidente e demonstra otimismo. Amigos como o diretor de cinema e televisão Guel Arraes, o cantor Orlando Moraes &#8211; marido de Glória Pires -, além da atriz Patrícia Pillar e o marido, Ciro Gomes, prestaram solidariedade aos parentes de Fábio Barreto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também manifestou preocupação ao ligar para os familiares na parte da tarde de ontem. Lula conversou com o produtor Luiz Carlos Barreto, o Barretão, pai do cineasta.</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor de filmes como O Quatrilho &#8211; produção brasileira indicada ao Oscar de 1995 &#8211; e Lula, o filho do Brasil, com estreia nacional prevista para acontecer em 1º de janeiro de 2010, em mais de 400 salas de cinema, Fábio Barreto começou a carreira em 1977, aos 20 anos, quando dirigiu o curta-metragem A estória de José e Maria, um dos destaques da mostra competitiva do Festival de Brasília daquele ano. Atualmente o cineasta voltava todas as suas energias para o lançamento da megaprodução orçada em R$ 12 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Protagonizado por Glória Pires e Rui Ricardo Diaz &#8211; que vive o presidente Lula, na tela -, a produção teve sua primeira exibição nacional na abertura do 42º Festival de Brasília, em novembro. A sessão foi marcada por grande confusão por conta da superlotação da Sala Villa-Lobos. O filme também foi lançado no Rio e em São Paulo. Logo após a estreia paulista, o diretor concedeu entrevista ao Correio.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Para saber mais</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fase sindicalista</em></p>
<p style="text-align: justify;">Com roteiro de Fernando Bonassi, Daniel Tendler e Denise Paraná, autora da biografia homônima que deu origem ao filme, Lula, o filho do Brasil, chega aos cinemas do país envolto em números megalomaníacos. Orçado em R$ 12 milhões, a produção deverá atingir mais de 400 salas de cinema em todo o país. Focado na primeira parte da vida do presidente Lula, período em que ele era sindicalista no ABC paulista, o longa aposta em estratégia de lançamento que promete bater o recorde de bilheteria no cinema nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das estratégias adotadas pelos produtores está na parceria com a classe sindical que permitirá que cerca de 10 milhões de filiados comprem ingressos populares para as sessões. Na trama, Glória Pires vive dona Lindu, mãe do presidente Lula. Homem de teatro e rosto desconhecido do grande público, o ator mineiro Rui Ricardo Diaz encarna na história o presidente Lula. Para Luiz Carlos Barreto &#8211; produtor de filmes da cena nacional como Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha, e Bye Bye Brazil (1979), de Cacá Diegues &#8211; Lula, o filho do Brasil, presta uma homenagem à todas mães do país. &#8220;É um projeto humanista que presta uma homenagem não ao Lula, mas à Dona Lindu, sua mãe, a grande figura por trás do homem&#8221;, destacou Barretão, em entrevista recente ao Correio.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Correio Braziliense</p>
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		<title>É proibido fumar</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:03:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre a comédia romântica, o humor negro e a angústia, É proibido fumar, com os desdobramentos que apresenta e o final relativamente bem urdido, é uma defesa tão comovente quanto desconcertante do direito à felicidade de quem parece ter como sina passar pela vida despercebido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="fumar" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/fumar.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2357" title="fumar" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/fumar-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>Anna Muylaert faz, pelo menos na primeira metade de seu É proibido fumar, o cinema das vidas comuns, seguindo a linha que já apresentara em Durval Discos, um dos filmes mais simpáticos da história recente do cinema brasileiro.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na trama, Baby é uma professora de violão para iniciantes, vivida por Glória Pires numa linha naturalista trazida da TV que se encaixa bem na proposta do filme. Baby é mulher de vida pequena e sem brilho, uma típica habitante solitária de apartamentos antigos e mofados dos bairros de classe média baixa das grandes cidades brasileiras. Para descarregar as frustrações, ela conta com a fumaça do cigarro; para tentar recuperar a esperança dos tempos da infância, luta pelo sofá de uma tia morta que está no apartamento da irmã melhor sucedida.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Esse leve desespero dura até o aparecimento de seu novo vizinho, o músico de churrascaria Max (Paulo Miklos), um doce rebelde vindo diretamente dos anos 70, que vai levar Baby a, entre outras tentativas de se tornar uma pessoa melhor, tentar largar o cigarro. Agarrada à promessa de felicidade trazida por Max, Baby vai se meter numa série de confusões, algumas delas sinistras. Para narrar essa história, É proibido fumar vai deixando aos poucos o registro de comédia romântica inicial e, sem que a diretora perca a mão, assume ares sombrios, porém sem perder o humor.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em todo esse percurso, ressalta na tela o profundo labor que a diretora/roteirista aplicou ao filme. Os planos são complexos, o roteiro é estruturado com precisão – ainda que os diálogos sejam eventualmente toscos em excesso – e as atuações são convincentes. Paulo Mikos se vale de sua – para usar um termo teatral – máscara facial única para compor um Max desencanado mas, no fundo, tão solitário e desprovido de brilho quanto Baby.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Entre a comédia romântica, o humor negro e a angústia, É proibido fumar, com os desdobramentos que apresenta e o final relativamente bem urdido, é uma defesa tão comovente quanto desconcertante do direito à felicidade de quem parece ter como sina passar pela vida despercebido.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em tempo: como atração extra, o filme traz homenagens à música dos anos 60 e 70 e participações de Paulo César Pereio, Marisa Orth, Pitty, Antonio Abujamra e, impagável na pele de um corretor que &#8220;narra o apartamento&#8221;, Lourenço Mutarelli.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p><strong><em>Título original: É proibido fumar</em></strong></p>
<p><strong><em>Genero: Comédia</em></strong></p>
<p><strong><em>Ano de Produção: 2008</em></strong></p>
<p><strong><em>País de Produção: Brasil</em></strong></p>
<p><strong><em>Duração: 86 min</em></strong></p>
<p><strong><em>Diretor: Anna Muylaert</em></strong></p>
<p><strong><em>Elenco: Gloria Pires, Paulo Miklos,  Antonio Abujamra</em></strong></p>
<p><strong><em>Roteiro: Anna Muylaert</em></strong></p>
<p><strong><em>Fotografia: Jacob Solitrenick</em></strong></p>
<p><strong><em>Trilha: Márcio Nigro</em></strong></p>
<p><strong><em>Distribuidora local: PlayArte</em></strong></p>
<p>[There is a video that cannot be displayed in this feed. <a href="http://www.marinamara.com.br/2009/12/07/e-proibido-fumar/">Visit the blog entry to see the video.]</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: cinema.com.br</em></p>
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		<title>E o troféu Candango vai para&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:26:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O júri do 42º Festival de Brasília ouviu a voz da plateia e consagrou o longa-metragem É proibido fumar como o grande vencedor da mostra competitiva. A comédia paulistana dirigida por Anna Muylaert (Durval discos) venceu oito prêmios oficiais, entre eles o Candango de melhor filme e roteiro. O filme narra o tumultuado caso amoroso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="eproibidofumar_01" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/11/eproibidofumar_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2041" title="eproibidofumar_01" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/11/eproibidofumar_01.jpg" alt="" width="350" height="197" /></a>O júri do 42º Festival de Brasília ouviu a voz da plateia e consagrou o longa-metragem <em>É proibido fumar</em> como o grande vencedor da mostra competitiva. A comédia paulistana dirigida por Anna Muylaert (<em>Durval discos</em>) venceu oito prêmios oficiais, entre eles o Candango de melhor filme e roteiro. O filme narra o tumultuado caso amoroso entre uma professora de violão, fumante compulsiva, e um músico fã de Jorge Ben Jor. Os dois astros da produção, Glória Pires e Paulo Miklos, ficaram com os troféus de atuação. O filme venceu ainda o prêmio da crítica.</p>
<p>Depois de uma edição que destacou o polêmico <em>Filmefobia</em>, de Kiko Goifman, o festival optou por marcar posição a favor do apelo popular. O alegre documentário <em>Filhos de João, admirável mundo Novo Baiano</em>, de Henrique Dantas, venceu prêmio especial do júri e foi eleito o melhor segundo júri popular. O longa de baixo orçamento, produzido na Bahia, retrata a trajetória da banda Novos Baianos. O documentário <em>Quebradeiras</em>, sobre o cotidiano das quebradeiras de coco de babaçu, foi o vencedor que não passou com louvores no teste da audiência: Evaldo Mocarzel mudou de estilo e, em tom contemplativo, foi reconhecido como o melhor diretor da edição.</p>
<p>A cerimônia de premiação também será lembrada pelas ausências. Sem pulverizar prêmios entre vários concorrentes, o júri ignorou o belo documentário mineiro <em>A falta que me faz</em>, de Marília Rocha, e o brasiliense <em>Perdão, mister Fiel</em>, de Jorge Oliveira. Produção do Distrito Federal, <em>O homem mau dorme bem</em> ficou apenas com o Candango de coadjuvante, para Bruno Torres (filho do diretor do filme, Geraldo Moraes).</p>
<p><strong>Festa pernambucana</strong><br />
Ovacionado como há tempos não se via no Cine Brasília, o bem-humorado curta <em>Recife frio</em> sai do Festival consagrando Kleber Mendonça Filho, que venceu nas categorias de direção, roteiro, júri popular, além do prêmio Saruê, dado pela equipe de Cultura do <strong>Correio</strong>. No entanto, coube a outro pernambucano o cobiçado Candango de melhor curta. Camilo Cavalcante venceu por <em>Ave Maria ou a mãe dos sertanejos</em>, tocante filme-poema-musicado sobre o sertão. Ganhou ainda fotografia para Beto Martins, prêmio da crítica e aquisição do Canal Brasil.</p>
<p>O diretor Kleber Mendonça Filho entrou tranquilo na cerimônia de premiação. &#8220;A gente não tinha se preparado para aquela reação do público. Saímos abalados no melhor sentido da palavra&#8221;, avaliou o criador, que já garantiu a exibição da comédia em dezembro, em Portugal, e, em março, em Toulouse (França). Já tem também R$ 1,5 milhão para rodar o primeiro longa-metragem, O som ao redor, que dialoga fortemente com o território pernambucano.</p>
<p>Produção brasiliense, <em>A noite por testemunha</em>, de Bruno Torres, foi prestigiado pelo trabalho do quinteto de atores, Alessandro Brandão, André Reis, Iuri Saraiva, Diego Borges e Túlio Starling, que ganhou o Candango pela interpretação conjunta no filme inspirado na tragédia do índio Galdino. A obra de Bruno Torres levou ainda a estatueta de trilha sonora (Marcus Siqueira e Thiago Cury). Ganhadora do Candango de melhor atriz por <em>Baixio das bestas</em>, de Claudio Assis, Mariah Teixeira leva o segundo troféu para casa pela atuação no obscuro <em>Água viva</em>, de Raul Maciel;<em> O belo Bailão</em>, de Marcelo Caetano, venceu montagem.</p>
<p><strong>Troféu Saruê</strong><br />
Criado pelo artista plástico Galeno, o Troféu Saruê destaca o melhor momento do Festival de Brasília segundo a equipe do <strong>Diversão &amp; Arte</strong>. Rodrigo Santoro (por <em>Bicho de 7 cabeças</em>), Zezeh Barbosa (por <em>Bendito fruto</em>) e o elenco de <em>Amarelo manga</em> foram alguns dos vencedores do prêmio, entregue pela primeira vez em 1996. Ano passado, a equipe do <strong>Correio</strong> destacou um longa que não participava da competição e foi exibido na Mostra Brasília: <em>Se nada mais der certo</em>, de José Eduardo Belmonte. Este ano, por unanimidade, venceu um curta-metragem: <em>Recife frio</em>, de Kléber Mendonça Filho. A produção pernambucana provocou rara sintonia entre público e crítica: a projeção mais calorosa da edi</p>
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		<title>42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:40:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), realizado entre os dias 17 e 24 de novembro de 2009, transformará a cidade na capital do cinema brasileiro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mais antigo e conceituado evento cinematográfico do país chega a sua 42º edição. O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), realizado entre os dias 17 e 24 de novembro de 2009, transformará a cidade na capital do cinema brasileiro. Conservador e ao mesmo tempo moderno, o FBCB mantém a bandeira do ineditismo, atrelado às novas tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Compondo esse cenário, estão alguns dos mais tradicionais monumentos e pontos de encontro de Brasília: o Teatro Nacional Claudio Santoro, o Hotel Nacional e o Cine Brasília. Reconhecimento para cineastas já consagrados e vitrine para os novos talentos, o Festival mantêm-se grandioso. Neste ano, 366 produções foram inscritas, sendo 52 de Brasília, demonstrando a força do Cinema Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos destaques desta edição do FBCB será o filme de abertura. Com direção de Fábio Barreto, “Lula, o filho do Brasil” (foto) é baseado na história do presidente da república, o que consagra o Festival de Brasília como um palco de discussões políticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado em 1965, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é o mais antigo do país. Sua trajetória é referência de crítica e propagação da produção cultural brasileira. Idealizado por Paulo Emílio Salles Gomes, célebre crítico de cinema, o evento, que nasceu no início da Ditadura Militar, sempre teve caráter contestatório, o que levou a sua proibição entre 1972 e 1974.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma constelação de artistas já passou pelo tapete vermelho do Cine Brasília, entre eles, Fernanda Montenegro, Grande Otelo e Arnaldo Jabor. Entre as marcas registradas do Festival, estão a fidelidade à produção nacional, o espaço dado aos novos nomes e seu público extremamente crítico. Para os cineastas, o Festival de Brasília funciona como um termômetro, se o público daqui gostar, é sucesso garantido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.festbrasilia.com.br/?sessao=conteudo&amp;idSecao=411&amp;titulo=PROGRAMACAO" target="_self">Confira a programação.</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Data: de 17 a 24 de novembro</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Cine Brasília</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos: R$ 6 a inteira e R$ 3 a meia entrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: 3325 -7777</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Site Candango</em></p>
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