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	<title>Marina Mara - Sítio oficial &#187; UnB</title>
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		<title>Viva, Bulcão vive!</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 11:45:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este texto é dedicada ao responsável pela sutileza que brota em meio ao concreto moderno da Capital Federal, vamos falar sobre Athos Bulcão.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="Bulcão" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Bulcão.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-234" title="Bulcão" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Bulcão.jpg" alt="" width="259" height="166" /></a>Este texto é dedicada ao responsável pela sutileza que brota em meio ao concreto moderno da Capital Federal, vamos falar sobre Athos Bulcão.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo chegado a Brasília na época de sua construção, a convite de Oscar Niemeyer, Bulcão se tornou um de nossos mais ilustres pioneiros. Porém, quem resumia sua obra aos belíssimos azulejos que ilustram alguns monumentos oficiais da cidade, equivocou-se. O multifacetado artista, só em Brasília, possui mais de duzentas obras catalogadas como pinturas, máscaras, serigrafias, fotomontagens e aquarelas, ajudando a fazer do Planalto Central uma exposição a céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter cursado três anos de Medicina, Athos Bulcão não pensou duas vezes antes de abrir mão do curso para se dedicar inteiramente às artes. Segundo ele, sua formação artística mais profunda se deu pelo contato com grandes &#8211; e ilustres &#8211; amigos como Carlos Scliar, Jorge Amado, Manuel Bandeira, Portinari, Burle Marx, Vinicius de Moraes, Fernando Sabino, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao falar de sua obra, automaticamente, nos remetemos à &#8220;cara de Brasília&#8221; e um fato inusitado ratifica essa afirmação. Ao encontrar uma querida amiga &#8211; e jornalista -, Elisa Graziela, conversamos sobre sua última viagem ao Rio de Janeiro. Na praia, vestindo seu biquíni com estampas de Athos Bulcão, foi questionada por algumas vezes: &#8220;Você é de Brasília?&#8221;. O que poderia parecer incômodo a muitos, para a brasiliense apaixonada pelo Cerrado foi motivo de orgulho. Segundo ela: &#8220;Bulcão é a identidade visual de Brasília e está tatuado em nosso cotidiano. E quem diz que não temos cultura, provavelmente não conhece a obra desse mestre&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo partido para a eternidade no final de julho de 2008, o artista nos deixou um grande legado. Seja por meio de protestos na época da ditadura militar quando era professor da UnB ou seja por meio de sua sensibilidade, ele nos deixou como herança, o orgulho por seus atos de coragem, atos de patriotismo&#8230;em resumo, atos de Bulcão.</p>
<p style="text-align: justify;">Marina Mara</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Mostra Entreséculos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 04:11:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mostra apresenta pinturas, esculturas, instalações num total aproximado de 170 trabalhos de artistas brasileiros. As obras foram selecionadas dos acervos do Itamaraty, Caixa, Banco Central, Museu de Arte de Brasília, Museu da República e UnB. A mostra ficará exposta ao público brasiliense entres os dias 04 de dezembro a 15 de janeiro, no Museu Nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="entreséculos" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/entreséculos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2268" title="entreséculos" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/12/entreséculos.jpg" alt="" width="239" height="189" /></a>Mostra apresenta pinturas, esculturas, instalações num total aproximado de 170 trabalhos de artistas brasileiros. As obras foram selecionadas dos acervos do Itamaraty, Caixa, Banco Central, Museu de Arte de Brasília, Museu da República e UnB. A mostra ficará exposta ao público brasiliense entres os dias 04 de dezembro a 15 de janeiro, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estas obras são um patrimônio público e é preciso torná-las acessíveis a todos os brasileiros”. Assim o Presidente Lula enfatizou a importância de realizar Entreséculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para apresentar esta exposição que contextualiza a arte brasileira (ou feita no Brasil) em todas as épocas, os curadores Wagner Barja e Xico Chaves que visitaram os acervos das instituições e fizeram verdadeiras incursões à história da arte brasileira, optaram por não seguir um circuito tradicional, meramente cronológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram feitos recortes temáticos, que exploram outras vertentes e afinidades. Desta forma, será possível ver lado a lado, por exemplo, trabalhos de artistas como Aleijadinho, Rubem Valentim e Arthur Bispo do Rosário. Em comum, o fato de todos pertencerem à raça negra.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo critério vale para o espaço que reúne uma tela de Rodolfo Amoedo representando D. João VI com seu manto, um parangolé de Hélio Oiticica e um estandarte de Arthur Bispo do Rosário. “Montamos várias ilhas, sem seguir uma linha do tempo linear. Partimos das afinidades para revelar coisas que muitas vezes passam despercebidas”, explica Barja. Segundo ele, alguns artistas que não puderam ter as obras expostas, estarão presentes através de projeções virtuais. </p>
<p style="text-align: justify;">Será possível ver obras que percorrem as mais diversas linguagens e escolas, do barroco de Aleijadinho ao academicismo de Pedro Américo de Figueiredo, dos modernistas – Tarsila, Anita Malfati, Di Cavalcanti, Portinari, Vicente do Rego Monteiro, etc – ao contemporâneo de Beatriz Milhazes e Carmela Gross. A exposição apresenta também vários trabalhos de artistas radicados em Brasília, como Athos Bulcão, Glênio Bianchetti, Francisco Galeno, Ralph Gehre, Elder Rocha, Glênio Lima e Douglas Marques de Sá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entreséculos</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Museu Nacional do Conjunto Cultural da República</p>
<p style="text-align: justify;">Data: de 04 de dezembro de 2009 a 15 de janeiro de 2010</p>
<p style="text-align: justify;">Visitação: terça a domingo, das 9h às 18h30</p>
<p style="text-align: justify;">Entrada Franca</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (61) 3325-5220</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Site Candango</p>
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		<title>Brasil e França se encontram na UnB</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:33:12 +0000</pubDate>
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Parceria entre o Festival Internacional de Música (FIB 2009) e o projeto Estação Brasil vai promover nesta terça e quarta, a partir das 19h, o encontro de artistas da moderna música popular brasileira e da canção francesa contemporânea, numa série de cinco shows, gratuitos, no Centro Comunitário Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB). A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a onmouseover="return overlib('Fernando Laszlo/Divulgação');" onmouseout="return nd();" rel="lightbox" href="http://stat.correioweb.com.br/arquivos/divirta/materias2007/arnaldoantunes_materia.jpg"><span style="font-size: x-small; color: #575757; font-family: Arial;"><img class="alignleft" style="border: 0px;" src="http://stat.correioweb.com.br/arquivos/divirta/materias2007/arnaldoantunes_materia.jpg" border="0" alt="" width="250" /></span></a></p>
<div id="materia" style="text-align: justify;">
<div>
<p style="text-align: justify;">Parceria entre o Festival Internacional de Música (FIB 2009) e o projeto Estação Brasil vai promover nesta terça e quarta, a partir das 19h, o encontro de artistas da moderna música popular brasileira e da canção francesa contemporânea, numa série de cinco shows, gratuitos, no Centro Comunitário Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB). A maratona, com entrada franca, celebra o encerramento das atividades do Ano da França no Brasil na capital federal.</p>
<p>Arnaldo Antunes, Luiz Melodia, Ana Canãs e Móveis Coloniais de Acaju são destaques entre os brasileiros na programação da mostra; Spleen, Louis Bertignac, Jeanne Cherhal e Thierry Stremler aparecem como atrações do time francês. A eles se junta a camaronesa Sandra Nkaké. O Estação Brasil os levou inicialmente a João Pessoa e Recife. No próximo domingo, a turnê chegará ao final em São Paulo.</p>
<p>Em sua quarta edição, o festival faz incursão pela primeira vez ao universo da música popular e do pop. “Nos três primeiros anos, o foco principal foi sobre a música erudita, embora em 2008 tenhamos aberto espaço para o choro. Agora, houve a possibilidade de estabelecermos parceria com o Estação Brasil, o que para nós foi de grande importância, até porque com essa programação de shows, vamos marcar o encerramento do Ano da França no Brasil, em Brasília”, explica a musicista Beatriz Salles, professora do Departamento de Música da UnB e diretora do FIB.</p>
<p>“Mas o festival tem também o foco social, representado por oficinas gratuitas, voltadas para a formação de professores e multiplicadores da área de música. As oficinas, parceria da UnB com a Secretaria Extraordinária de Educação Integral, todas gratuitas, vão ocorrer em diversas cidades do Distrito Federal”, informa, Beatriz.</p>
<p>De hoje a sexta-feira, das 8h30 às 23h, a musicoterapeuta Mônica Deiss Zimple estará à frente da Oficina de Musicoterapia para educadores, crecheiras e demais professores que lidam diretamente com as crianças, no Paranoá, São Sebastião, Samambaia, Ceilândia e Santa Maria.</p>
<p>Igualmente, de hoje a sexta-feira e do dia 16 ao dia 20, será oferecida a Oficina de Inclusão Digital na Educação Integral — repensando tempo, espaço e ambiente saudável para o aprendizado e pela não violência — para alunos de Educação Integral de escolas públicas do DF, indicados pela Secretaria de Educação Integral.</p>
<p>No próximo domingo, das 15h às 18h, haverá o Oficina de Capacitação Ceac, com o Grupo de Produção Cultural Ida/Laem, para agentes culturais, artistas e produtores, no Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares. Os interessados devem se inscrever pelo site <em><a href="http://vivacultura.ning.com">http://vivacultura.ning.com</a></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Correio Braziliense</p>
</div>
</div>
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		<title>Mostra Nacional Ambiental</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:33:16 +0000</pubDate>
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De 3 a 7 de novembro na seda do IBAMA ( L4 Norte, perto da UnB)

Entrada franca!
confira a programação: http://www.mostranacionalambiental.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="festival verde" href="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/11/festival-verde.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1841" title="festival verde" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/11/festival-verde.jpg" alt="" width="750" height="360" /></a></p>
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		<title>Cultura em síntese</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 17:10:51 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="cultura em síntese"><img class="alignleft size-medium wp-image-937" title="cultura em síntese" src="http://www.marinamara.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cultura-em-síntese-273x300.jpg" alt="" width="273" height="300" /></a>A cidade nova também nasce sob o signo da arte. Lucio Costa desenha a urbs, mas também defende que o seu destino é ser a civitas possuidora dos atributos de uma capital. A definição está lá no seu Relatório do Plano Piloto: “cidade planejada para o trabalho ordenado e eficiente, mas ao mesmo tempo cidade viva e aprazível, própria ao devaneio e à especulação intelectual, capaz de tornar-se com o tempo, além de centro de governo e administração, num foco de cultura dos mais lúcidos e sensíveis do país”.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade é monumental, não no sentido da ostentação, previne Lucio e narra como a solução da cidade se apresentou a ele: “nasceu de um gesto primário de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz”.</p>
<p style="text-align: justify;">O Eixo Monumental é um dos definidores da forma do Plano Piloto, o outro é o Eixo Rodoviário. A proporção de cada um desses eixos revela o conjunto da arquitetura, presente tanto nos espaços governamentais e institucionais quanto na circulação das vias. No Extremo Leste do Eixo Monumental, encontra-se a Praça dos Três Poderes, seguida da Esplanada dos Ministérios. No lado Oeste, depois do cruzamento dos eixos, onde encontra-se a Rodoviária, localiza-se o parque onde está situada a Torre de Televisão, com fontes luminosas e sonoras. Depois, vem o Setor de Difusão Cultural, o Centro de Convenções, a Praça do Buriti. No extremo Oeste, situa-se a Rodoferroviária, antes apenas estação de trens. Uma nova rodoviária está sendo construída na via Epia.</p>
<p style="text-align: justify;">A arquitetura da Esplanada dos Ministérios é formada pelo conjunto homogêneo dos edifícios dos ministérios. A esplanada é um espaço monumental, no qual prevalece a horizontalidade em relação aos edifícios que a limitam, permitindo a visão de extensas áreas livres. Depois da cidade construída, como solução para suprir a demanda de espaço em alguns ministérios, foram criados os anexos, concebidos como edifícios isolados ligados aos originais por passarelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Intersecções, cruzamento de eixos, setores específicos, galerias, triângulos. Lucio Costa defende a cidade viva em quatro escalas: a monumental, a bucólica, a residencial e a gregária. “É assim que, sendo monumental, é também cômoda, eficiente, acolhedora e íntima. É ao mesmo tempo derramada e concisa, bucólica e urbana, lírica e funcional. Brasília, capital aérea e rodoviária; cidade-parque, sonho arqui-secular do Patriarca”.</p>
<p style="text-align: justify;">Brasília passa a ser discutida no Brasil e em certos pontos do mundo, de vários ângulos. Chega a ser criticada severamente por urbanistas e políticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda em 1959, realiza-se na empoeirada urbs um Congresso Internacional de Críticos de Arte. O brasileiro Mário Pedrosa dirá que a cidade nasce, então, sob o signo da arte moderna e contemporânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista do sociólogo Gilberto Freyre, Brasília representa uma nova perspectiva para o Brasil: “a perspectiva de um Brasil verdadeiramente inter-regional no seu modo de ser nação una e, ao mesmo tempo, plural; um Brasil feito de Brasis”.</p>
<p style="text-align: justify;">O geógrafo Milton Santos reconhecerá que “Brasília é a primeira grande cidade mundial nascida e completamente edificada em plena era científico-técnica”. Havia um capricho estético por trás de toda a força daquele novo conceito de urbanismo, arquitetura e arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso mostra porque até hoje Oscar Niemeyer tem peso quando se fala da continuidade da história de Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico preciso de que os habitantes viverão esse novo momento está nas palavras de Edson Nery das Fonseca, um dos fundadores da Biblioteca Central da Universidade de Brasília: “A nova capital é uma verdadeira síntese da cultura brasileira, para a qual contribuíram europeus, africanos, ameríndios e, mais recentemente, asiáticos. Elementos míticos e lógicos, rústicos e civilizadores, tradicionais e modernos misturam-se nas origens e na implantação da cidade, dando-lhe características ímpares”.</p>
<p style="text-align: justify;">Criou-se, a partir de educadores como Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, um conceito novo de educação para a cidade. A cultura também estava conectada com essas inovações, que seriam percebidas talvez muito demoradamente, mas constituíam diferenças das experiências artístico-culturais de outras cidades (as escolas-parque, colégios experimentais como o Ciem, ligado à UnB, o Elefante Branco, etc.) ao mesmo tempo em que as novidades da música como a Bossa Nova, dos filmes com o Cinema Novo, da arquitetura com a Arte Moderna, confluem para a Cidade Nova.</p>
<p style="text-align: justify;">Niemeyer traz um novo barroco à luz, enquanto Tom Jobim e Vinícius compõem a Sinfonia da Alvorada, enquanto Athos Bulcão expõe a arte na pele dos monumentos, enquanto pintores e artistas do concretismo e do neoconcretismo abraçam diversos planos pilotos de linguagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os renomados que podem ser citados como semeadores e pioneiros na nova capital, estão escritores como Cyro dos Anjos e Samuel Rawet, Dinah Silveira de Queiroz e os filósofos Eudoro de Souza (mitólogo) e Agostinho da Silva, ambos de origem portuguesa. A história também está registrada nas crônicas de Clemente Luz, nas reportagens em série de Adirson Vasconcellos, nos jornais diários (o Correio Braziliense teve seu primeiro número lançado no dia da inauguração da cidade). Não se pode esquecer aqui um patrimônio: a revista Brasília, editada pela Novacap.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros cinemas em Brasília foram instalados no cenário de madeiras da Cidade-Livre. Na inauguração da cidade, fizeram espetáculos para o público, nomes como o do maestro Eleazar de Carvalho e o dramaturgo Nelson Rodrigues, convidado presente na inauguração. No Brasília Palace Hotel, ao lado do Palácio da Alvorada, músicos, cineastas e repórteres traziam a sua bossa para a cidade-nua que, inicialmente, causava algum estranhamento, mas logo todos constatavam que estavam na “sua” cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 1960, é criada a Fundação Cultural e para sua direção é chamado o poeta Ferreira Gullar. A Fundação, vinculada à Secretaria de Educação e Cultura, tem planos bem estabelecidos por Gullar, que pensou num grande Museu de Arte Popular próximo ao Aeroporto e trouxe para Brasília a escola de samba da Mangueira e o bumba-meu-boi do Seu Teodoro.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade se deixa contaminar pelas primeiras estrelas que chegam aqui: a cantora lírica Diva Pieranti se apresentou no Clube Paranoá, a dançarina Eros Volúsia participou de um desfile de modas no Brasília Palace Hotel e outros artistas como Marlene, Emilinha Borba, Grande Otelo, Ângela Maria, Pixinguinha e Louis Armstrong, estiveram em Brasilia se apresentando em diversas ocasiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros marcos: a instalação em 1958 de uma filial da Rádio Nacional. Noutra estação, a Rádio Educadora, o maestro Claudio Santoro tinha um programa de comentários musicais. O primeiro lançamento de livros em 1959, na 1ª Semana de Arte de Brasília, com palestra do professor e ensaísta Alfredo Mesquita, da Escola de Arte Dramática de São Paulo. O Cine Brasília é inaugurado em 22 de abril de 1960, exibindo um título norte-americano. Gil Vicente e Pernambuco de Oliveira estão entre os primeiros dramaturgos montados na cidade. Sylvia Orthoff é uma outra referência: deu aulas no Caseb e fez uma montagem premiada de Morte e Vida Severina, de João Cabral. A autora do Hino Oficial da cidade é a pianista Neuza França, que traz para uma oficina Magdalena Tagliaferro, uma das pianistas brasileiras mais célebres.</p>
<p style="text-align: justify;">A Universidade de Brasília surge em 1962, com um corpo de professores na área da arquitetura, da literatura, do cinema, do teatro e da filosofia, que dificilmente se pode formar nos dias de hoje. Entre os professores fundadores estão Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti, Glênio Bianchetti, José Zanini e Rogério Duprat. Também estão nesse primeiro quadro nomes como os de Nelson Pereira dos Santos, Décio Pignatari, Aracy Amaral, Rubem Valentim e Odette Ernest Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Professores que virão mais tarde e serão também determinantes da vida cultural da cidade: Paulo Emílio Salles Gomes, Vladimir Carvalho, Jorge Antunes e Rogério Costa Rodrigues. Este último, diria numa frase lapidar que, nos anos 60, “em Brasília bastava abrir uma barraquinha de pipoca que aquilo se constituía num evento’. Espaços como a Escola-Parque da 508 Sul, o Cine-Teatro Cultura, começam a surgir. Artistas que logo sairão de Brasília, com novas idéias e obras: Cildo Meirelles, Guilheme Vaz, Luiz Ácquila e Regina Miranda.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais no final dos anos 60, aparecem grupos musicais, grupos de teatro amador, grupos de escritores e artistas plásticos, trocando idéias, fundando os primeiros ateliês, fazendo experiências mais locais e pontuais, como a experiência de teatro no Colégio Objetivo, com Laís Aderne, as sessões de teatro de segunda-feira, na Martins Pena, organizadas por João Antônio. Grupos alternativos como A Tribo, as bandas de rock Margem e Tellah, e já no final dos anos 70, a Galeria Cabeças, que escancara o charme discreto da cidade com shows e espetáculos ao ar livre, inicialmente nas quadras e praças, depois no Parque da Cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Anos 60, implantação e perplexidade. Anos 70, impossibilidade e viagens. Anos 80, solidão e invenções. Anos 90, afirmação e manutenção. Século 21, primeira década, revelação e expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1987, a Unesco concede a Brasília o título de Patrimônio Cultural da Humanidade e em 2008 foi a capital americana da cultura.</p>
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